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1.9M
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Como juntar os pedaços de mim mesma após uma traição e forçar um sorriso mesmo através das lágrimas? A vida me apresentou um desafio difícil, mas não serei eu mesma se não conseguir me reerguer. Meu passado não existe mais, só existo eu e o agora. Um novo país e um novo trabalho são o que preciso neste momento. E quem sabe, um novo amor? Será que conseguirei sentir novamente essa emoção tão bela e entregar minha alma frágil a um homem que me enlouquece? Tudo dependerá apenas do nosso desejo de confiar um no outro.
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1.1M
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— Sai daqui — diz com ênfase, surpreendendo os presentes. Fico vermelho de imediato. Baixando o olhar, arrasto-me lentamente para a saída. — Estou um pouco ocupada — atrevo-me a encarar o rosto furioso. — Vamos — vira-se, dirigindo-se ao escritório. Não tenho escolha, sigo-o como se fosse para um castigo. — Por que não me contaste? — pergunta diretamente, assim que a porta se fecha atrás de mim. — Eu quis, mas… não tive coragem — suspiro com dificuldade. — Isso importa mesmo? — murmuro, fixando os olhos no chão. — Se importa? Estás a falar a sério?! — nunca ouvi tanta raiva na sua voz. — Desculpa… eu… — sinto os olhos marejados. — Este encontro não deveria ter acontecido. Tinhas razão, ambos vamos nos arrepender. — Eu não me arrependo. — Porque não tens sentimentos. — Sasha — suspira, chocado. Combinámos que…
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— Meu nome é Arsen. — Não gosto desse nome. — Vou tentar sobreviver a isso — digo com um sorriso irônico. — Só tenho um passaporte. — No celular, apenas um número, que nunca atende. Você e o Oleg têm uma senha especial para se comunicarem? — Não sei quem é Oleg. Nunca o vi e nem quero ver. Este passaporte não é meu, é da minha amiga… — Já ouvi essa história — interrompe com severidade. — Então, qual é o seu nome de verdade? — Alice. Se você tivesse olhado o documento com atenção, teria notado as diferenças — começo a ficar nervosa. Dizer meu nome verdadeiro é ainda mais perigoso. — Diga onde está seu irmão, e você sai daqui ainda hoje. Não sinto prazer em manter uma mulher em cativeiro. Aliás, com o dinheiro que ele me roubou, poderia ter te colocado em um hotel bem melhor. — Então é tudo por causa de dinheiro? — retruco com desdém. — E dizem que as mulheres é que são interesseiras. Ele não vai aparecer. — Bem, se ele não vier, então você terá que pagar a dívida no lugar dele.
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O caminho para o inferno está pavimentado com boas intenções. É o que dizem, não é? Uma simples expressão, mas quantas facetas ela carrega. Pode-se mascarar erros ou atos maldosos como se fossem bondosos. Pode-se ter boas intenções, mas não fazer nada para concretizá-las. E pode acontecer também que os atos mais sinceros e desesperados tragam consequências inesperadamente fatais. E então, já não importa por que motivo ou por quem aquela maçã foi colhida — ambos arderão...
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Ela sonhava em conhecer um amor verdadeiro, avassalador. E conheceu... Mas depois ele pisoteou, mutilou e destruiu esse amor... Quem será capaz de reacender a chama da vida em sua alma? Talvez apenas aquele que, um dia, a apagou com tanta crueldade...
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Ela acreditava em um amor puro, terno, forte e verdadeiro. Ele considerava o amor uma invenção tola e sem sentido. Será que ela conseguirá ensiná-lo a amar, ou ele, com seu cinismo, destruirá os sonhos dela? Quem sairá vitorioso desse embate? Ou será que essa disputa terá dois "vencedores"?...
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Conquistar o cara mais lindo e inacessível da universidade? Sim. Apaixonar-se por ele em retorno? Duas vezes sim. Agora, Mía está feliz e intensamente desejada no relacionamento dos seus sonhos. Os anseios secretos da alma estão completamente satisfeitos… ou estarão. Só falta lidar com a reação inesperada e excessivamente perturbadora que sente pelo amigo do seu amado.
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Eu deveria ter morrido em um terrível acidente, mas, em vez disso, acordei em um mundo onde a primeira coisa que ouvi foi: “Vossa Majestade…”. O início da minha história pode parecer típico e encantador, mas, aos poucos, ela se transforma em uma jornada de descoberta de segredos alheios, que inevitavelmente me conduz a uma armadilha. Serei forçada a escolher quem é amigo e quem é inimigo. E que os deuses me ajudem a não errar… O rei, que parece desejar minha felicidade, não consegue se transformar em dragão, embora todos ao redor falem de sua força e poder, atribuídos ao sangue dracônico. E por que só eu acho isso estranho? Por que, por trás das palavras de grandeza e poder, eu enxergo medo? E ainda por cima, um mago e uma fada, que me são desconhecidos, enviaram ajudantes e um guardião na forma de um gato extremamente falante. O que eu faço com tudo isso?
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O fôlego me escapa, e tenho medo de desmaiar a qualquer momento. Isso tudo não pode ser verdade. O Hunter que conheci em Londres não pode ser este Hunter. Mas é ele. Sem dúvida. Hunter finalmente fixa o olhar em mim e hesita no passo. Para e franze as sobrancelhas. Surpreso? Eu também estou. – Boa tarde – estendo a mão para ele, torcendo para que minha voz soe firme. – Meu nome é Daryna. Serei sua tradutora. – Hunter – ele coloca a mão na minha, e parece que o tempo para. Mas só para nós dois. – Muito prazer, Dasha. Acho que isso vai ser um desafio interessante para mim. Estou feliz por ter aceitado. E, talvez, Myron estivesse certo. Preciso me interessar mais por futebol. Vou me esforçar para mudar isso.
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- Queres que eu finja ser tua esposa? - Kira não estava apenas surpresa, estava completamente chocada com o que ouviu. - E queres que eu case contigo de verdade, oficialmente? - Exatamente - confirmou Timur. - Serás minha esposa legítima por algum tempo. Depois, quando voltarmos para a Ucrânia, divorciamo-nos e cada um segue o seu caminho. - Mas por que razão achas que eu poderia estar interessada nisso e aceitar ajudar-te nesta aventura? Não tens mais ninguém a quem recorrer? - O teu serviço não será de graça - apressou-se a garantir Timur, seguindo Kira de volta ao seu carro. - O hotel que vou construir na tua cidade será teu, e ainda por cima pagarei todas as dívidas do teu tio, para que ele mantenha o cargo de presidente da câmara. O teu tio conta com o teu bom senso.
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- Diga-me, há quanto tempo vocês estão casados? - Igor mudou de assunto abruptamente. - Três anos - respondeu Emília de forma breve, tentando se convencer de que era apenas uma pergunta casual, sem segundas intenções. - Obrigada por ter me salvado naquela ocasião… - Você já me agradeceu - sorriu Igor. - Está tentando fugir de falar sobre sua vida familiar? Não gosta que façam esse tipo de pergunta? Não é mera curiosidade, preciso saber quem vai cuidar da educação da minha filha. - Pode dar uma olhada no meu currículo - apressou-se a dizer Emília. - Já dei uma olhada. Minha esposa me mostrou para que eu pudesse avaliar - Igor parou no semáforo ao entrar na cidade. - Claro que aprovei, não tinha motivos para discordar. Mas gostaria de saber mais sobre você como pessoa...
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Ele se aproximou dela, e seus olhares se cruzaram. De repente, em um instante, Daryna lembrou quem estava diante dela. Era aquele a quem ela odiava com todo o coração, aquele que ela havia se esforçado tanto para esquecer. Não era de surpreender que não o tivesse reconhecido de imediato, pois, em suas memórias, ele já não existia mais. - Vlad, - sussurrou o nome dele. - Será mesmo você? - Fico feliz que pelo menos meu nome você ainda lembre, - Vlad esboçou um leve sorriso. - Quando voltou? - Ontem, - respondeu Daryna brevemente, aos poucos se recompondo. - Voltou ontem e hoje já está trabalhando. Reconheço a boa menina Daryna, que nunca gostou de ficar parada. Pelo visto, ainda não se casou, - Vlad olhou para o dedo anelar dela, - sabe, até fico contente. Você está livre, e eu também estou...
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—Grá-grávida? —gaguejei, com a voz tremendo como gelatina. —Sim —respondeu a enfermeira, com um sorriso absurdamente alegre para a bomba que acabara de jogar em cima de mim. —Parabéns, futura mamãe. Parabéns? PARABÉNS!? Isso não é um casamento! Nem um aniversário! Nem mesmo uma prova que passei! Isso é… o fim. Ou pelo menos, o meu fim. Me envolver com o bad boy do colégio. Uma vez. Tá bom… três. Certo, quatro. Não importa. O ponto é que foi uma péssima ideia. E agora estou grávida. Dele. E ninguém pode saber. Bom… você sabe. Mas me promete que não vai rir. Ou pelo menos, que vai rir baixinho. Porque isso… isso vai ser um desastre adorável.
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Ao regressar à sua Londres natal, Elizabeth jamais poderia imaginar o que o retorno ao lar lhe reservava. Ela terá de enfrentar não apenas o passado que tanto desejava deixar para trás e tentou esquecer, mas também os seus próprios sentimentos. E o que acontecerá quando esse passado quiser se tornar não só o seu presente, mas também o seu futuro?
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Nos braços de um estranho, ela buscava refúgio da dor insuportável que dilacerava sua alma após a traição do marido. Ele, por sua vez, tentava cumprir o pedido de um velho amigo e ajudar a bela Sirene. Para ambos, foram apenas um consolo por uma noite, nada mais. Afinal, nenhum dos dois procurava amor. Mas o destino teimoso e a magia da noite de Natal os uniram de forma alguma por acaso. Pois tudo tem seu tempo. Inclusive o amor.
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- É você quem vai me impor condições, é isso? — interrompeu ele, surpreso com o que, na sua opinião, era uma audácia dela. — Não, querida, aqui quem faz as regras sou eu. Você veio para a minha família, então, as condições são minhas. E elas são simples: você vai fazer tudo o que eu quiser. Caso contrário, vai ter mesmo que voltar para casa. Entendeu? - Eu já tinha uma péssima opinião sobre você, mas agora está ainda pior — retrucou Zlata, indignada, batendo o copo na mesa com força. Já ia se levantar, mas... - Fique onde está — rosnou Zahar, rangendo os dentes. — Meu tio e a Júlia precisam pensar que estamos nos dando muito bem. Que o plano deles funcionou e que nos interessamos um pelo outro. Não precisamos desapontá-los ou criar cenas. Então, se você quer ficar em Milão e trabalhar no ateliê da Júlia, por favor, comporte-se com dignidade, mostre respeito e atenda a todos os meus desejos. Sejam eles quais forem.
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-A minha família não gosta que eu esteja sozinha e estão sempre a tentar arranjar-me alguém. Mas eu não quero conhecer ninguém, quero continuar independente - disse Eva, soltando um suspiro pesado. - Estou tão cansada disto tudo. Estou farta de resistir. - E por que é que queres estar sozinha? - perguntou Denis, de repente curioso. - Isso não é da tua conta - respondeu Eva, levantando-se da mesa. - Já passou mais de uma hora. - Eva, volta a sentar-te, porque tenho uma proposta de negócio para te fazer. Ajuda-me e eu ajudo-te. - Acho que o conhaque misturado com champanhe já te subiu à cabeça, porque estás a dizer coisas sem sentido - disse Eva, mas acabou por se sentar novamente. - Em que é que podemos ajudar-nos um ao outro? Percebes ao menos o que acabaste de dizer? - Não estou nada bêbado. Ouve-me e não me interrompas. Proponho que, durante algum tempo, finjas ser a minha namorada, e eu finjo ser o teu namorado.
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Num "maravilhoso" dia, acordei em outro mundo e em outro corpo — o de uma princesa paralisada. E, de repente, levantei-me com vigor. Mas nem todos parecem felizes com essa cura milagrosa. Meu marido range os dentes de tanta "alegria", a amante dele já se imagina como duquesa, e um admirador secreto não teve vergonha de mandar suas saudações através de um assassino de aluguel! Há uma chance de voltar para casa, mas, até esse momento brilhante chegar, preciso sobreviver. E, de preferência, longe das paredes de um convento! Isso significa que chegou a hora de tomar as rédeas da situação e mostrar a eles que, às vezes, os defeitos são apenas o tempero que nos torna únicos.
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Será que eu sei o que é obsessão? Ah, sim! Persegui-a pelo mundo durante quase 11 anos. Ela é a única coisa que desejei possuir todos esses anos. E quase a tive nas minhas mãos, até que um velho rabugento a arrebatou num leilão — uma moeda de ouro de Luís IX, cunhada em honra da sua coroação. E que surpresa me aguardava ao descobrir que, após a morte do velho avarento, toda a coleção foi herdada pela sua neta, que parece não ter noção do tesouro que possui. Ou será que sabe e está apenas a inflacionar o valor? Para conseguir o que quero, estou disposto a tudo. Até a fingir ser quem não sou. Mas, ao traçar o meu plano, ainda não sabia que primeiro seria cativado pela sua beleza, depois pela sua ingenuidade e bondade. E, de repente, eu próprio já não saberei o que desejo mais: a moeda ou proteger a rapariga de predadores como eu, que cobiçam a sua herança.
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Apaixonar-se por alguém de quem não se sabia nada poderia acabar sendo um verdadeiro inferno, pensou Bibi Fisher na noite da festa, quando descobriu que o homem que amava não era quem dizia ser. Naquela noite, ela teve que servi-lo, junto com sua bela acompanhante, na festa de noivado deles. Parecia que ele havia se divertido às custas dela, enganando-a. Mas Bibi não estava disposta a continuar presa a uma mentira. Decidiu, então, pôr um fim àquele jogo e tirar aquele homem de seu coração e de sua vida. No entanto, Alexandre Chapman tinha outros planos para os dois, e em nenhum deles estava permitir que Bibi o abandonasse… Ele estava determinado a mantê-la ao seu lado, mesmo que fosse em segredo.
Concluído



















