Author page header wrapper
Author avatar

Svitlana Litvinenko


    192.6k

    583

    58

    - Queres que eu finja ser tua esposa? - Kira não estava apenas surpresa, estava completamente chocada com o que ouviu. - E queres que eu case contigo de verdade, oficialmente? - Exatamente - confirmou Timur. - Serás minha esposa legítima por algum tempo. Depois, quando voltarmos para a Ucrânia, divorciamo-nos e cada um segue o seu caminho. - Mas por que razão achas que eu poderia estar interessada nisso e aceitar ajudar-te nesta aventura? Não tens mais ninguém a quem recorrer? - O teu serviço não será de graça - apressou-se a garantir Timur, seguindo Kira de volta ao seu carro. - O hotel que vou construir na tua cidade será teu, e ainda por cima pagarei todas as dívidas do teu tio, para que ele mantenha o cargo de presidente da câmara. O teu tio conta com o teu bom senso.

    Concluído

    70k

    246

    81

    - Diga-me, há quanto tempo vocês estão casados? - Igor mudou de assunto abruptamente. - Três anos - respondeu Emília de forma breve, tentando se convencer de que era apenas uma pergunta casual, sem segundas intenções. - Obrigada por ter me salvado naquela ocasião… - Você já me agradeceu - sorriu Igor. - Está tentando fugir de falar sobre sua vida familiar? Não gosta que façam esse tipo de pergunta? Não é mera curiosidade, preciso saber quem vai cuidar da educação da minha filha. - Pode dar uma olhada no meu currículo - apressou-se a dizer Emília. - Já dei uma olhada. Minha esposa me mostrou para que eu pudesse avaliar - Igor parou no semáforo ao entrar na cidade. - Claro que aprovei, não tinha motivos para discordar. Mas gostaria de saber mais sobre você como pessoa...

    Concluído

    69.6k

    265

    31

    Ele se aproximou dela, e seus olhares se cruzaram. De repente, em um instante, Daryna lembrou quem estava diante dela. Era aquele a quem ela odiava com todo o coração, aquele que ela havia se esforçado tanto para esquecer. Não era de surpreender que não o tivesse reconhecido de imediato, pois, em suas memórias, ele já não existia mais. - Vlad, - sussurrou o nome dele. - Será mesmo você? - Fico feliz que pelo menos meu nome você ainda lembre, - Vlad esboçou um leve sorriso. - Quando voltou? - Ontem, - respondeu Daryna brevemente, aos poucos se recompondo. - Voltou ontem e hoje já está trabalhando. Reconheço a boa menina Daryna, que nunca gostou de ficar parada. Pelo visto, ainda não se casou, - Vlad olhou para o dedo anelar dela, - sabe, até fico contente. Você está livre, e eu também estou...

    Concluído

    26.2k

    106

    66

    - É você quem vai me impor condições, é isso? — interrompeu ele, surpreso com o que, na sua opinião, era uma audácia dela. — Não, querida, aqui quem faz as regras sou eu. Você veio para a minha família, então, as condições são minhas. E elas são simples: você vai fazer tudo o que eu quiser. Caso contrário, vai ter mesmo que voltar para casa. Entendeu? - Eu já tinha uma péssima opinião sobre você, mas agora está ainda pior — retrucou Zlata, indignada, batendo o copo na mesa com força. Já ia se levantar, mas... - Fique onde está — rosnou Zahar, rangendo os dentes. — Meu tio e a Júlia precisam pensar que estamos nos dando muito bem. Que o plano deles funcionou e que nos interessamos um pelo outro. Não precisamos desapontá-los ou criar cenas. Então, se você quer ficar em Milão e trabalhar no ateliê da Júlia, por favor, comporte-se com dignidade, mostre respeito e atenda a todos os meus desejos. Sejam eles quais forem.

    Concluído

    62.2k

    244

    82

    -A minha família não gosta que eu esteja sozinha e estão sempre a tentar arranjar-me alguém. Mas eu não quero conhecer ninguém, quero continuar independente - disse Eva, soltando um suspiro pesado. - Estou tão cansada disto tudo. Estou farta de resistir. - E por que é que queres estar sozinha? - perguntou Denis, de repente curioso. - Isso não é da tua conta - respondeu Eva, levantando-se da mesa. - Já passou mais de uma hora. - Eva, volta a sentar-te, porque tenho uma proposta de negócio para te fazer. Ajuda-me e eu ajudo-te. - Acho que o conhaque misturado com champanhe já te subiu à cabeça, porque estás a dizer coisas sem sentido - disse Eva, mas acabou por se sentar novamente. - Em que é que podemos ajudar-nos um ao outro? Percebes ao menos o que acabaste de dizer? - Não estou nada bêbado. Ouve-me e não me interrompas. Proponho que, durante algum tempo, finjas ser a minha namorada, e eu finjo ser o teu namorado.

    Concluído

    291.5k

    1.2k

    89

    - Declaro-vos marido e mulher… Ao ouvir estas palavras, Lesia sentiu-se ainda pior do que antes. A armadilha fechou-se… - Pode beijar a sua esposa… - Não… - escapou dos lábios de Lesia, mas, ao ver a expressão severa, embora satisfeita, no rosto do seu avô, ela mordeu o lábio. No entanto, não conseguiu conter as lágrimas. Fechou os olhos com força, preparando-se para o momento em que aquele camponês, agora seu marido por lei, começaria a beijá-la de forma selvagem. Como um predador que finalmente capturou a sua presa, encurralada nesta odiada… armadilha. Mas, em vez disso, Amir apenas a abraçou e sussurrou ao seu ouvido: - Os beijos ficam para depois. Agora, acalma-te e tenta parecer feliz. Afinal, estamos num casamento, não num velório…

    Concluído