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— Estás a testar a minha paciência? — a voz masculina tornou-se visivelmente mais pesada. — Ora, que erro. — Solta-me — Nastya puxou-se, tentando libertar-se. — Já! — Sabes, estive a pensar… Podes pedir desculpas de outra forma. — O quê?! — Consegues imaginar como? — o homem afundou o nariz nos cabelos soltos dela. Nastya percebeu a insinuação. No entanto, algo estranho começou a acontecer com o seu corpo. Os braços fortes do homem bloqueavam qualquer possibilidade de fuga. O coração começou a bater de forma descompassada no peito, e um calor ardente percorreu-lhe a pele. Desconhecido. Sensual. — Então, Nastya? — o homem baixou a voz. — Eu perdoo tudo. Se te esforçares. — Se eu me esforçar, vais direto para o hospital. Solta-me! — Rebelde. Não faz mal, já domei outras como tu. Vai ser interessante.
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— Ora, olha só quem encontrei, espinhosa. Quem diria? — Não ouses dizer nada — Sofia encarou-o com coragem. — Não queres que alguém saiba da nossa pequena aventura? — Isso é pessoal. — Então, Sofia? — Um sorriso surgiu no rosto atraente do homem, iluminando os olhos azuis com faíscas quentes. — Muito formal. Precisa de algo mais suave, mais carinhoso… Que tal Sónia? — Deixa-me passar! Por que estás a insistir? — Fugiste durante a noite. Porquê? — Quis fugir e fugi. Para que haveria de ficar? — Não tive o prazer que merecia — os olhos azuis dele escureceram, brilhando com um fogo familiar de paixão. — Quero mais. — Vais ter de te contentar — Sofia sentia-se a derreter sob aquele olhar, mas proibia-se de ceder. — Não vai acontecer nada. — Vai sim, Sónia. Tu simplesmente não vais conseguir dizer-me que não.
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— Igor não é o homem certo para ti — disse Vlad, encarando-a com um olhar sério. — Precisas de alguém completamente diferente. Alguém determinado, capaz de superar a tua teimosia. Confiante, para te proteger. Alegre, para que nunca te sintas entediada. E, acima de tudo, alguém que te ame de verdade. Sem isso, não há felicidade. — Será que os homens acreditam mesmo no amor? — perguntou Lera, surpresa. — Talvez os homens, em geral, não acreditem. Mas eu acredito. O verdadeiro amor é único, dura uma vida inteira. Tudo o resto são apenas cópias mal feitas. — E como saber se o amor é verdadeiro? — Cada um sente de um jeito — respondeu Vlad, com um brilho terno nos olhos cinzentos. — Às vezes, percebes logo de imediato. Outras vezes, convives com alguém durante anos, vês essa pessoa como um simples amigo e só depois te dás conta de que…
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O encontro deles foi completamente inesperado. Nem Denys, nem Karina imaginavam que encontrariam o amor no meio de um supermercado, mas foi exatamente o que aconteceu. Pelas regras de hierarquia, eles não deveriam estar juntos. Além disso, outra mulher está apaixonada por Denys e disposta a tudo para eliminar a rival. Será que todos esses obstáculos conseguirão deter um amor verdadeiro?
Concluído




