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    Lin Zheng nunca acreditou no destino. Aos trinta e seis anos, é uma das melhores oficiais da divisão marítima anti-contrabando da China — língua afiada, destemida, impossível de intimidar e muito mais à vontade entre marinheiros rudes do que na sociedade polida. Confia na lógica, na disciplina e no mar. Não nas pessoas. Sobretudo nos homens. Mas, depois de uma tempestade a lançar ao mar durante uma operação noturna, Lin acorda a bordo de uma frota pirata na China do século XIX… no corpo da infame viúva do senhor pirata Zheng Yi. Cercada por capitães que esperam fraqueza, traição ou sangue, Lin percebe rapidamente uma verdade aterradora: se quiser sobreviver, terá de se tornar mais perigosa do que todos eles. O império quer os piratas destruídos. Os piratas querem poder. O mar quer sangue. E em algum lugar amon

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    Sinopse Olena Severina não procurava uma nova vida — tentava compreender a antiga. Aos quarenta anos, sozinha diante do silêncio de uma casa vazia, sabia tudo sobre o ser humano: como a mente se parte, como a pureza salva, como sobrevivem aqueles que ninguém ouve. Quando se viu na costa fria da Escandinávia — no corpo de uma viúva com dois filhos pequenos, sem casa, sem dinheiro e sem proteção —, precisou aprender de novo: aquecer, curar, negociar, viver. Ali não se acreditava em palavras. Ali se acreditava no que funciona. Água limpa. Paredes quentes. Peixe conservado. Serenidade na voz. E o amor, que não chega como salvação — mas como escolha de duas pessoas adultas num mundo de frio.

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    Após sobreviver a um acidente devastador, a poderosa empresária italiana Sofia Rinaldi acorda num corpo que não é o seu — mais jovem, frágil e marcado pelas cicatrizes da tragédia de outra mulher. Todos esperam que Sofia desabe. A manipuladora ex-sogra quer o controlo da herança. A imprensa está pronta para destruir a sua reputação. Homens perigosos cercam a herdade andaluza que ela recebeu, escondendo segredos sob as terras banhadas de sol e os muros de pedra branca. Mas Sofia não sobreviveu a uma vida só para perder outra. No calor do sul de Espanha, rodeada de olivais, vento do mar, traições familiares e sonhos por cumprir, ela recomeça. Uma nova casa. Um novo nome. Uma nova guerra. E depois surge Diego Alvarez. De olhar escuro, perigoso, impossível de ignorar — o tipo de homem que vê demasiado

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    «Elixir da Vida». Sinopse Em mundos paralelos, duas jovens — Jasmim e Jeanne — vivem existências marcadas pela dor, pela solidão e pela fome de amor. Jasmim é a pupila silenciosa de um internato mágico, portadora de uma força profunda que todos exploram, mas ninguém valoriza. Filha de um duque, ela é esquecida, dispensável e condenada ao exílio. Jeanne é uma órfã explosiva do mundo real que, por meio de um ritual fortuito, cai nos braços da deusa da Fertilidade. Dois destinos, duas fontes de poder, dois mundos — o que acontece quando seus reflexos se fundem em um só? E qual preço será preciso pagar para se tornar quem realmente se é? Misticismo. Magia. Força interior. Despertar feminino. Esta história é uma viagem ao fundo da alma, atravessando a dor, as profecias e o desejo de viver segundo as próprias regras.

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    Ela estava acostumada a manter tudo sob controle — o trabalho, a vida, a si mesma. Mas um dia, seu coração simplesmente parou. Agora é uma estranha dentro de um corpo estranho. Uma jovem esposa numa casa onde os sorrisos cortam mais fundo que facas, onde a sogra decide tudo e o marido vive como se ela fosse apenas um móvel conveniente. Tentou ser correta. Silenciosa. Conveniente. Útil. Não adiantou. Agora tem outro plano: jogar pelas regras deles… e vencer. Mesmo que precise abrir mão de tudo que lhe impuseram. Mesmo que tenha de ir aonde só os obstinados sobrevivem. E mesmo que, um dia, precise escolher entre continuar sendo ela mesma ou voltar a ser conveniente.

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    Após um escândalo numa obra e uma morte misteriosa, Zhanna, de quarenta e cinco anos, acorda não num hospital, mas numa carruagem virada numa estrada da Borgonha, no século XIX. À frente, um convento, para onde levavam uma jovem obediente e demasiado devota para “viver” o resto da vida em silêncio. Atrás dela — uma roda partida, um cavalo aterrorizado e dois baús com um dote miserável. Mas Zhanna não tem intenção de entrar no convento. O que tem é a velha casa da mãe, um quintal abandonado, uma cozinha meio vazia, um feitio teimoso e as mãos de quem passou a vida em obras em vez de cheirar perfumes em salões. Sabe sobreviver, regatear, caiar paredes, fazer queijo, defumar carne e olhar para as pessoas de um jeito...

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    Após uma negociação de reféns fracassada com um terrorista, a psicóloga de crises e negociadora Anna tinha a certeza de que nada pior lhe poderia acontecer naquele dia. Enganava-se. Porque acordou na Inglaterra do século XVI — no corpo da jovem Anne Vavasour, antiga dama de companhia da rainha Elizabeth I, expulsa da corte após um caso escandaloso, uma gravidez secreta e o nascimento de um filho ilegítimo. Em vez do luxo do palácio, encontra-se aprisionada numa propriedade meio em ruínas. Em vez de admiradores — lama, dívidas, uma companheira viúva horrorizada… e um galo feroz que, aparentemente, precisa ser apanhado de imediato. E depois há o vizinho perigosamente observador, de olhos frios — um homem ligado à rede secreta de inteligência da Coroa. Ele não confia em ninguém. Ela lê as pessoas demasiado bem.

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    Aileen sempre achou que as “habilidades de sobrevivência inestimáveis” da avó eram completamente inúteis. Sério — quem, no século XXI, precisa saber acender uma fogueira com musgo molhado, defumar peixe ou distinguir ervas curativas daquelas que te deixam três dias miserável no mato? Então ela acorda nas florestas geladas da Escócia do século V. Sem telemóvel. Sem água quente. Sem comida decente. E um estranho “cachorrinho” que uiva para a lua com uma frequência nada normal. Agora Aileen tem de sobreviver entre névoas infinitas, cabanas escurecidas pelo fumo, bosques selvagens e pessoas que a olham como se ela estivesse louca… ou prestes a amaldiçoá-los a todos. Tudo o que ela realmente quer é: não congelar até à morte, ensinar estas pessoas a lavar as mãos e perceber por que esta nova vida parece menos um sonho e mais como

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    Aileen sempre achou que as “habilidades de vida inestimáveis” da avó nunca lhe seriam úteis. Sério — quem, no século XXI, precisa saber acender uma fogueira com musgo molhado, defumar peixe ou distinguir ervas medicinais daquelas que te deixam três dias no mato? Depois acordou numa floresta fria da Escócia do século V. Sem telemóvel. Sem água quente. Sem comida decente. Com um “cachorrinho” estranho que uiva para a lua com frequência suspeita. Agora Aileen vai ter de sobreviver entre névoas, fumo, florestas selvagens e pessoas que a olham como se ela estivesse louca ou prestes a amaldiçoar alguém. Tudo o que ela quer é não morrer de frio, ensinar estas pessoas a lavar as mãos e perceber por que a nova vida lhe dói tanto, parecendo menos um sonho e mais a realidade. Especialmente quando, à porta da sua velha cabana, começam

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