
Eva Coruja
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- Escuta, como é mesmo o teu nome? Max? Tu não me conheces de todo. Entendes? DE TODO! – gritava ela na cara dele. – Não somos nada um para o outro, somos completos estranhos. Ou não tenho razão? Max estava cabisbaixo diante dela, olhando para o chão. De repente, ergueu os olhos, cheios de dor, e murmurou baixinho: - Eu amo-te! - Amas-me? – ela deu um sorriso nervoso. – Tu inventaste-me, rapaz. Inventaste uma princesa de conto de fadas e apaixonaste-te por ela. Mas essa não sou eu. Eu não sou nenhuma princesa encantada. Sou uma mulher adulta. E tu não podes estar comigo. Ainda tens a tua vida de criança. O último toque da campainha na escola, o baile de finalistas e essas lamechices todas. - Estou no terceiro ano da universidade. - Vês? Eu não sei nada sobre ti. E nem quero saber. Para que é que precisas de mim? Porque é que insistes em vir aqui? Ele olhou-a fixamente nos olhos. E depois respondeu com firmeza: - Vou continuar. Vou continuar a vir. Porque tem de ser assim.
Concluído
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Estou completando dezoito anos. Mas, em vez da liberdade tão desejada, sou forçada a me casar por contrato com um homem que nunca vi antes. E o próprio contrato detalha, quase ao pormenor, cada dia da nossa vida de casados. Eu odeio meu marido. Ele, por sua vez, mal se interessa por mim. No entanto, ambos somos reféns desse maldito contrato e obrigados a seguir suas regras.
Concluído

