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Marina está apaixonada pelo amigo e colega do pai. Há cinco anos ele é presença constante em sua casa, mas o homem não a nota. Embora ela já seja uma mulher adulta, Nikita continua a vê-la como uma garotinha. O relacionamento deles parece condenado ao fracasso, pois ele precisa se casar e o pai de Marina já escolheu um noivo para ela — depois da formatura, o casamento está marcado. Será que Nikita vai finalmente reparar nela?
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Dasha é uma garota calma, honesta e bonita que perdeu os pais aos onze anos. Agora, ela tem que morar com a tia e o marido dela. Embora seja maior de idade, não pode sair de lá por uma série de circunstâncias. A garota precisa atender aos caprichos deles, sonha em viver livre de todos e, para isso, precisa ganhar dinheiro — o que faz às escondidas dos tutores. No lugar onde ela não gostaria de estar, conheceu um homem que preferiria nunca ter encontrado. Mas talvez ele seja sua salvação?
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Diana é uma jovem que trabalha numa empresa ilegal de dois irmãos. O chefe não lhe dá sossego há muito tempo, mas apenas nos seus pensamentos. Na vida real, ela faz tudo para afastar essas ideias, sem se deixar seduzir nem inventar algo que não existe. Porém, quanto mais tempo passa, mais difícil se torna resistir aos seus sentimentos. O que acontecerá se Diana finalmente se permitir apaixonar-se por Vlad?
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Acordei de manhã sem me lembrar do final da noite anterior. Ao abrir os olhos, não percebi onde estava. Este quarto definitivamente não me era familiar. Levantei o cobertor. — Droga. — Não tinha nada vestido e nem ideia com quem tinha dormido. Precisava fugir dali urgentemente. Que vergonha. Levantei-me depressa da cama e comecei a procurar as minhas coisas. Encontrei o vestido, mas não a roupa interior, por isso vesti-o diretamente no corpo nu, agarrei a mala e saí a correr do quarto. Era um apartamento grande e bonito, com uma remodelação caríssima. Na casa de banho, a água corria, o que significava que eu não estava sozinha ali, e com certeza não queria encontrar o homem com quem tinha passado a noite. Por isso, procurei os meus sapatos, mexi na fechadura, abri a porta e saí do apartamento. Encontrava-me num bairro de elite da nossa cidade, rodeada de prédios altos e com um parque de estacionamento subterrâneo.
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- Pequena, o que estás a fazer aqui? - sussurrou ele, quando ficámos a sós. - Relaxa, também não estou nada contente por te ver aqui. - comecei a observar o espaço à minha volta. - Sabes no que te meteste, sua idiota? - Olha, já não tenho dezasseis anos, não preciso que me mostres quem manda. Vais ter de te habituar, porque se nos apanharem, cortam-nos a cabeça na hora. - o homem aproximou-se de mim, quase colado. - Vais obedecer-me, percebeste? - Agora mesmo. Estás a ver, já estou a correr, com o cabelo ao vento? - Apareceu aqui o chefe. Que irritante.
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Sonhei um sonho fora do comum. Uma bela jovem me chamava para um pomar de macieiras. A moça parecia uma ninfa, leve e etérea, como se a qualquer momento pudesse ascender ao céu. Esse sonho me perseguiu. Num certo dia, acordei e transferi o retrato dessa jovem para a tela. Isso mudou toda a minha vida, e não para melhor. Encontrei um homem insuportável, perigoso e dominador, que não me deixava viver em paz... Odeio-o...
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- Você me ouviu? Eu disse para trazer todos os documentos imediatamente. Está demitida! - disse o chefe, olhando-me de cima para baixo, destruindo-me com o olhar. Sinto-me como um ratinho insignificante, preso na armadilha de um grande gato preto, não, não um gato, mas uma fera selvagem e imensa. - Mas eu não tenho culpa. - minha voz treme, contenho-me para não chorar como uma criança pequena. Alexei Vladimirovich virou-se, sentou-se em sua poltrona, recostou-se e continuou a me fulminar com um olhar gélido. - Não tenho tempo para você agora, nem para procurar culpados. Faça o que eu mandei. Em silêncio, com as pernas bambas e tomada por um desespero absoluto, saí em direção à recepção, fechando a porta do escritório do chefe com cuidado. E assim terminou meu primeiro e último dia no novo emprego. O sonho foi profético, com certeza.
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