Terror folclórico
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Nunca ofenda as forças do além, elas podem se vingar! Tudo começou de forma divertida, mas depois se tornou assustador. O mundo familiar desmoronou como um castelo de cartas, e algo estranho e hostil começou a surgir em seu lugar. No entanto, é preciso sobreviver ou ajudar os amigos a sobreviverem. Nessas situações, fica claro quem é quem.
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Eu sou a princesa de Políssia. Estou pronta para cumprir meu dever e casar com o príncipe de Pelasgia por razões políticas. Mas um feiticeiro maligno, que deseja a mim e às minhas terras, destruiu 12 príncipes, meus irmãos, e 12 noivas. Resta apenas o último, o décimo terceiro príncipe. E eu nunca imaginei que me apaixonaria por ele só de vê-lo através de um espelho mágico. Eu sou apenas Denis. Não fazia ideia de que sou um príncipe em um mundo paralelo. Tenho até uma noiva? E ela foi sequestrada por um bruxo malvado? E vocês querem que eu a salve? Para quê? Não acredito em amor, e todas as garotas são iguais. Se o bruxo se livrou facilmente dos meus irmãos, não quero nem cruzar o caminho dele. Vou dar uma volta por este mundo e voltar para casa. Mas o destino tem seus próprios planos.
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Moreno ou ruivo? Nem um, nem outro! Faço de tudo para deixar esta metade do mundo, onde ainda vivem contos de fadas e lendas antigas, e voltar para casa. E lá, bem, será como tiver de ser... Esta história encantadora baseia-se na mitologia ucraniana, nos contos populares e em lendas pouco conhecidas, celebrando a força do amor e a vitória final das forças da luz sobre a escuridão. Boa leitura!
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Dragão. Uma criatura lendária? E se ele realmente existiu, e isso for comprovado pela ciência histórica? Mas o que, de fato, aconteceu naquela cidade há algumas centenas de anos? Quem foi a última vítima do dragão? Será que ela conseguiu escapar? E será que, do ponto de vista do civilizado século XXI, podemos enxergar isso? E as pessoas... Será que mudaram com o passar do tempo? Ou continuam se reunindo em bandos para perseguir e humilhar um único indivíduo? Será que ainda traem aqueles que confiam neles? Será que ainda sentem prazer no sofrimento alheio? Talvez tudo isso esteja adormecido sob uma fina camada de civilização, pronto para emergir assim que surgir um motivo... Como, por exemplo, um dragão.
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