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Amália Más


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    — Menina, você entende o que está pedindo agora? — Sim — engulo em seco e repito. — Eu quero que você durma comigo. — Meus gostos no sexo definitivamente não são para uma garota tão delicada. — Eu não sou uma garota delicada e virgem! — explodo. — Sou uma mulher adulta e sei o que quero. — Então não vamos perder tempo, garota adulta. De joelhos. Agora… Eu peguei meu marido me traindo, e ele disse que eu era delicada demais para suas necessidades. Entendendo que isso marcava o fim do nosso relacionamento, decidi deixá-lo seguir em frente. Mas, antes disso, jurei me vingar e mostrar que não sou tão inocente quanto ele pensa. E, para isso, o homem robusto que cruzou meu caminho de forma inesperada parece ser a escolha perfeita…

    Concluído

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    — Tira a roupa — diz ele de repente, com clareza, apertando minha coxa. — Completamente. — O quê? — Não te dei permissão para falar. Tira a roupa e faz o teu trabalho. Ele é dono de um bordel. Eu sou uma bailarina de um pequeno teatro, sonhando com papéis principais em grandes palcos. Mas há algo que nos conecta. O pedido da minha irmã Verona, para que eu a substitua no trabalho no bordel. Ela é o meu oposto, apesar da nossa aparência idêntica. Agora, preciso sobreviver no mundo dela, proteger meu futuro e cuidar da minha sobrinha. E, no meio de tudo isso, ele se torna um obstáculo. O chefe da minha irmã, que, após uma sessão privada, passou a me desejar mais do que eu poderia permitir. Mas ele pensa que sou Verona. E quando descobrir a verdade, minha vida vai se despedaçar. Porque Alan Torres é um criminoso poderoso, que não tolera mentiras.

    Concluído

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    — O que você precisa? — pergunto. Ele inclina a cabeça para o lado, e seu olhar desliza pelo meu corpo, arrepiando minha pele. — Preciso de muitas coisas. Mas você será o suficiente — responde ele, com um tom grave que desperta uma tempestade dentro de mim. — Me solte, eu não sou um objeto… — Você está certa. Nenhum objeto tem um valor tão alto quanto você. Prendo a respiração quando as pontas dos seus dedos tocam uma mecha escura do meu cabelo. — É melhor para você se ficar quieta e obediente… — Não — balanço a cabeça. — Eu não vou… Em uma fração de segundo, sua mão está na minha nuca, puxando minha cabeça para trás. Solto um gemido, mais de susto do que de dor, e fico imóvel quando o rosto do homem se aproxima perigosamente do meu. — A partir de hoje, você não tem voz. Vai fazer tudo o que eu mandar. Será quem eu mandar. Entendeu?

    Concluído